dezembro 20, 2005

Dias Loureiro imaginativo

Gostei do debate entre Cavaco Silva e Mário Soares. Ou melhor, gostei da forma como Soares passou por cima do algarvio (cilindrou).
E como sou “profissional” destas coisas de debates e de congressos televisivos, fiquei também atento ao debate do debate, com António Filipe (Jerónimo de Sousa), Fernando Rosas (Francisco Louça), Dias Loureiro (Cavaco Silva) e António José Seguro (Mário Soaes).

Fiquei de boca aberta, porque pensava que tinha assistido, atento, de fio a pavio, mas não. Falhou-me – e Dias Loureiro avivou-me a memória – aquela parte em que Cavaco Silva “introduziu no debate inúmeros temas e dissecou sobre eles”.

Mas, também fiquei admirado que os outros intervenientes no debate do debate nada disseram sobre isto. Então fiquei na dúvida se tal tinha passado em circuito fechado, porque não vi, nem ouvi, tais temas, nem tais explicações do candidato do PSD/PP.

Será que Dias Loureiro tinha conhecimento que Cavaco tinha orientações para actuar daquela forma e não conseguiu (ou não foi capaz)?

Publicado por dizerbem em dezembro 20, 2005 11:10 PM
Comentários

Bem, o silêncio pode ser resultado da própria confusão criada pelas afirmações de Dias Loureiro... Devem ter ficado a pensar "mas que raio está a ele a dizer" e a interrogare-se se teriam estado menos atento num qualquer momento do debate... Chega a ser patético... Aposto que foi isso que aconteceu.

Afixado por: Rui Martins em dezembro 21, 2005 02:34 PM

Dias Loureiro agora deu em letrista de hinos pimbas.
Uma espécie de Toy de Cavaco. Foi ele que fez a letra da campanha do dr. Anibal. O que é que esperam de gente desta?
Baboseira, claro.

Afixado por: José Teófilo Duarte em dezembro 21, 2005 04:21 PM

“Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar
irritado algumas vezes, mas não
esqueço de que minha vida é a maior
empresa do mundo. E que posso evitar que
ela vá à falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver,
apesar de todos os desafios, incompreensões
e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos
problemas e se tornar autor da própria
história. É atravessar desertos fora de si, mas ser
capaz de encontrar um oásis no
recôndito da sua alma. É agradecer a Deus
a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo. É ter coragem
para ouvir um “não”. É ter
segurança para receber uma crítica,
mesmo que injusta.

Pedras no caminho?
Guardo todas, um dia vou construir um castelo...”

Fernando Pessoa.

Feliz Natal.

Afixado por: em dezembro 22, 2005 05:02 PM
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